Manuel Bandeira fez parte da geração de 1922 poetas do modernismo no Brasil. Sua obra é vasta e completa pelos mais diversos temas. Falava sobre amor, morte, infância, solidão e paixão. Para conhecer seus escritos e se apaixonar ainda mais pela literatura brasileira, confira as melhores frases de Manuel Bandeira e se inspire pelos registros desse grande escritor brasileiro.
35 frases de Manuel Bandeira para se apaixonar pela obra do poeta
Quero ser feliz nas ondas do mar. Quero esquecer tudo, quero descansar.
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É tocante e vive, e me fez agora refletir que só é verdadeiramente vivo o que já sofreu.
O próprio tempo é o bom remédio.
Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples.
Beijo pouco, falo menos ainda, mas invento palavras que traduzem a ternuar mais funda e mais cotidiana. Inventei, por exemplo, o verbo teadorar intransitivo: Teadoro, Teodora.
É preciso saber escolher as próprias ignorâncias.
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
Duas vezes se morre: primeiro na carne, depois no nome. Os nomes, embora mais resistentes do que a carne, rendem-se ao poder destruidor do tempo, como as lápides
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo. Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
O que tu chamas tua paixão é tão somente curiosidade. E teus desejos ardentes vão batendo as asas na irrealidade.
Vou-me embora pra Pasárgada, lá sou amigo do rei, lá tenho a mulher que eu quero, na cama que escolherei.
Minh'alma sofre e sonha e goza.
Não quero amar, não quero ser amado. Não quero combater, não quero ser soldado.
Toda manhã o aeroporto em frente me dá lições de partir.
Só a dor enobrece e é grande e é pura. Aprende a amá-la que a amarás um dia. Então ela será tua alegria, e será, ela só, tua ventura…
Uns tomam éter, outros cocaína. Eu já tomei tristeza, hoje tomo alegria.
A existência é uma aventura, de tal modo inconsequente.
A onda anda, aonde anda a onda?
Tem mais presença em mim, o que me falta.
O dia vem, e dia a dentro continuo a possuir o segredo da grande da noite.
Somos duplamente prisioneiros de nós mesmos e do tempo em que vivemos.
Ternura é aquele afeto brando, que no amor nos leva a dar mais do que receber.
Vi uma estrela tão alta, vi uma estrela tão fria! vi uma estrela luzindo na minha vida vazia.
A alma é que estraga o amor. Só em Deus ela pode encontrar satisfação. Não noutra alma.
Provinciano que nunca soube escolher bem uma gravata.
As almas são incomunicáveis. Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo. Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
A vida inteira que podia ter sido e que não foi.
Eu faço versos como quem chora... Eu faço versos como quem morre.
A tarde cai, por demais. Erma, úmida e silente... A chuva, em gotas glaciais, chora monotonamente.
O meu porquinho-da-índia foi minha primeira namorada.
Ser como o rio que deflui, silencioso dentro da noite. Não temer as trevas da noite.
Meu Quintana, os teus cantares não são, Quintana, cantares: São, Quintana, quintanares. Quinta-essência de cantares... Insólitos, singulares... Cantares? Não! Quintanares!
Se há estrelas nos céus, refleti-las.
Aqui faz muito calor. No Nordeste faz calor também. Mas lá tem brisa: vamos viver de brisa, Anarina.
Amizade é como flores, não podemos deixar de regá-las, mas também não podemos regá-las muito.