A gente tem uma tendência para acreditar que não morre.

A humanidade se divide em dois grupos, os que concordam comigo e os equivocados.

Tudo que é vivo, morre.

Dizem que tudo passa e o tempo duro tudo esfarela.

Tenho duas armas para lutar contra o desespero, a tristeza e até a morte: o riso à cavalo e o galope do sonho. É com isso que enfrento essa dura e fascinante tarefa de viver.

Pensar que vai morrer prejudica um pouco a qualidade de vida, e eu sou um apaixonado pela vida, amo profundamente a vida.

Sou um homem da esperança. Sei que é para um futuro muito longínquo.

Cumpriu sua sentença. Encontrou-se com o único mal irremediável, aquilo que é a marca do nosso estranho destino sobre a terra, aquele fato sem explicação que iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados, porque tudo o que é vivo, morre.

Ou existe Deus, ou a vida não tem sentido nenhum.

Arte pra mim não é produto de mercado. Podem me chamar de romântico. Arte pra mim é missão, vocação e festa.

Não troco o meu “oxente” pelo “ok” de ninguém!

Os doidos perderam tudo, menos a razão. Têm uma (razão) particular. Os mentirosos são parecidos com os escritores que, inconformados com a realidade, inventam outras.

Quem gosta de ler não morre só.

Por que existem uns felizes e outros que sofrem tanto? Nascemos do mesmo jeito, moramos no mesmo canto. Quem foi temperar o choro e acabou salgando o pranto?

Que eu não perca a vontade de ter grandes amigos, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas.